Agosto de 1999. A euforia para ir pela primeira vez a um festival de Verão estava nos píncaros – namorado e pais ao longe, só as duas amigas de sempre comigo, as três numa viagem mágica em que  se morressemos amanhã, morreríamos felizes porque éramos jovens,  as cool as it gets e vivíamos ao rubro a vertigem da adolescência.
Julho de 2009. Dez anos depois, volto a Paredes de Coura (foi o festival a que fui mais vezes. Como costumam dizer, não há amor como o primeiro). Por causa das complicações do mundo laboral não vou hoje ver o Patrick Wolf (vi-o no Theatro Circo em 2007 e fiquei com vontade de repetir), mas amanhã lá estarei. E nestes dias, espero que Coura me revitalize como fez há 10 anos atrás.

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