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Como para muitas meninas da minha geração, a Barbie era a minha boneca preferida. No aniversário ou no Natal, era certinho que o meu pedido recaíria numa dessas bonecas da Mattel – ou na casa, no carro descapotável, na autocaravana, nas roupas, e o que mais os anúncios me vendessem (por falar nisso, já há uns anos que não vejo anúncios da Barbie na tv). Lembro-me de animarem os bonecos nos anúncios e de eu depois ficar tristíssima porque os meus só se mexiam com a mecânica das minhas mãos por trás.

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A Barbie vai atravessando gerações, sem uma única ruga. As exposições com tudo que já se criou à volta da boneca vão correndo mundo e o culto não tem prazo de validade. Hoje descobri que na Collette, em Paris, vai estar entre 9 e 28 de Março uma exposição em que os vários outfits que a boneca enverga são desenhados nada mais, nada menos do que por Karl Laggerfeld. O Ken é o modelo Baptiste Giabiconi.

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Há bonecas com sorte.

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