Luzinhas, musiquinhas, lacinhos… confesso que não consigo escapar à febre do Natal. Adoro as ruas iluminadas, o cheiro dos doces, o entusiasmo de escolher a prenda ideal para cada pessoa especial…
Claro que nem tudo são rosas: há as filas intermináveis nas lojas, o trânsito infernal, a carteira a ficar cada vez mais escanzelada, mas é nestas alturas que tento alcançar o meu estado zen.

Depois vem o ano novo e aquela mania indissociável da agenda nova: este ano vou fazer isto e aquilo, ser mais assim e menos assado,… e no fundo ficar sempre muito parecida com o que fui e fiz no ano anterior.
Mas tudo faz parte da magia que há num novo recomeçar, e se o melhor da festa é esperar por ela, o melhor de um novo ano será talvez toda a esperança de que tudo pode ser melhor.

ps: esta altura dá-me para estas coisas. Eu avisei que estava infectada com o vírus natalicius spirictus !

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