Foi ontem. Depois de uma semana de leitura compulsiva, em todos os bocadinhos de tempo que me permitiram devorá-lo, li a última palavra da última página da última aventura do Harry Potter.

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O final é o esperado por uns e temido por outros… 
Harry, Dumbledore, Ron, Hermione, Sirius, etc, acompanharam-me (a mim e a milhares de outros fãs) durante anos, proporcionaram-me momentos mais que mágicos e já não sei bem imaginar o Natal sem o feiticeiro da cicatriz em forma de raio na testa.
Resta-me aguardar os dois filmes da saga que estão para vir (estou curiosíssima para ver a adaptação desta última aventura ao cinema), e tentar passar ao meu pequeno afilhado (e quiçá aos meus filhinhos) a magia de acreditarem num mundo mágico com uma existência paralela ao nosso.
Às vezes interrogo-me o que sentirá uma escritora que consegue fazer sonhar tanta gente… 
Aos que a acusam de agora ser rica e ter vendido os direitos dos seus livros, lembro que J.K. Rowling viu-se literalmente à rasca para publicar o seu primeiro livro – teve de bater a muitas portas, usar um pseudónimo e quase passar fome, desempregada. O que veio depois disso, é mérito seu.

Até sempre, Harry Potter.

p.s.: as minhas sinceras desculpas às pessoas próximas que eu negligenciei nos últimos dias, por estar tão embrenhada na leitura. Eu sei que vocês compreendem.

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