Ser feliz sem pensar nos dias de chuva. Sentir-me viva no sal das minhas lágrimas. No êxtase da nossa perfeição, abolindo a contagem decrescente das madrugadas que nos irão apartar.
É assim. Afogar gelados, delinear sorrisos e idealizar poemas. Tudo porque é Primavera e há estrelas no mar.
Viver sem rede, sem pára-quedas, que amacia a colisão – mas não deixa que o vento me leve. Mas afinal, para que é que eu preciso de pára-quedas, se bastam uns pozinhos de perlimpimpim para voar sozinha?

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