«Que une esta mulher àquele homem hirto que atravessou a rua? Onde se intersectaram os seus caminhos? E por que lhe provocou ele lágrimas adocicadas de vazio? Que laços entrelaçam estes dois seres? Aparentemente nada: no segredo tudo, na fantasia quase tudo. Tudo, absolutamente tudo, noves fora nada.»

in Clara Toma chá Com a Consciência, futura edição da Papiro

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