Entradas categorizadas como ‘humor’
will you still love me when i’m 45?
Setembro 29, 2009 · Deixe um comentário
séc.XXI: novas regras para humanos altamente desenvolvidos
Julho 20, 2009 · 1 Comentário
A não perder este artigo da Wired, em que Brad Pitt (himself) dá dicas (nada politicamente correctas) para lidar com o twitter, com a pirataria online, toques de telemóvel ou ver porno no trabalho. O subtítulo é: Ensaio Científico aos Predicados do séc XXI.
Pensei reproduzir aqui um ou outro item, mas não consegui escolher – são todos hilariantes (ficamos assim a saber qual é a arma de sedução do Mr. Pitt; já não é novo que if you can make a woman laught, you can make her do anything. É que ele, coitadinho, se não fosse o sentido de humor, não se safava.)
o Sr. Humor
Maio 21, 2009 · Deixe um comentário
Foi via Arrastão que tomei conhecimento do blogue do Nuno Artur Silva. Desde que li Produções Fictícias, 13 anos de Insucessos, da Inês Fonseca Santos, que sou admiradora do senhor. Da preserverança para vencer os obstáculos e coragem para inovar num país que está sempre com receio da novidade.
Muitos frontmen do humor nacional devem-lhe as piadas que fizeram história nos últimos vinte anos – na televisão, na rádio e na imprensa – e criou um viveiro para muitos talentos que andavam por aí perdidos.

Tentei conhecer melhor o seu trabalho e li dele recentemente As Passagens do Tempo, obra num registo melancólico (porque nem só de riso vive um homem), e tenho à espera A Antologia do Humor Português, organizada pelo N.A. Silva em parceria com a Inês Fonseca Santos.
E agora que descobri o blogue, sei que serei visitante assídua.
as Produções Fictícias vêm por aí acima!
Fevereiro 16, 2009 · 1 Comentário

não é uma invasão dos humoristas da capital à cidade invicta, mas para provar que no norte também há sentido de humor, aconselho a consulta da agenda das formações que as Produções Fictícias trazem ao Porto nos próximos tempos – desde a escrita para humor, escrita criativa, autobiografia, etc., há muito por onde escolher.
Categorias: humor
O caso Freeport, por RAP
Fevereiro 5, 2009 · 1 Comentário
Eu tenho uma inveja desmesurada da clarividência do Ricardo Araújo Pereira. Depois da fabulosa crónica sobre a crise, segue-se mais uma reflexão brilhante sobre o Caso Freeport, que tomo a liberdade de reproduzir aqui:
«Que dizer do caso Freeport que ainda não tenha sido referido por outros? Eis um problema que não afecta este vosso amigo. Vasco Pulido Valente, Pacheco Pereira e eu temos a mesma sorte: acontece com muita frequência os cronistas que nos precedem falharem o essencial. Entretêm-se com o supérfluo, esmiúçam os aspectos menos importantes dos assuntos e deixam, livre de toda a palha, o núcleo essencial dos problemas à mercê de ser colhido por nós. Foi o que sucedeu com o caso Freeport. Analistas atrás de analistas têm vindo a ignorar o facto central de todo este processo: Sócrates diz Freepor. Este é o primeiro ponto essencial que ninguém referiu. Toda a gente diz Freeport, menos José Sócrates, que diz Freepor. Parece claro, por isso, que Sócrates recusa revelar tudo neste caso, nomeadamente o t final de Freeport, que nunca articula. Parece impossível que um político que tanto se tem batido pelo ensino do inglês não seja capaz de pronunciar correctamente uma palavra inglesa. Portugal assiste, portanto, a dois casos em vez de um: o caso Freeport e o caso Freepor. Este último – que, recordemos, foi denunciado por mim –, acaba por ser mais rico e intrigante do que o primeiro, porquanto junta às suspeitas de corrupção o mistério do desaparecimento de uma consoante. Além disso, entronca num caso antigo, na medida em que recupera as dúvidas que existiam quanto às competências do primeiro-ministro no âmbito do inglês técnico.
O segundo ponto essencial que a imprensa tem esquecido é o motivo. Sócrates tinha ou não uma razão forte e privada para favorecer a construção do Freeport? Não é preciso pensar muito para concluir que sim. A quem interessa um outlet com lojas de roupa de marca mais barata perto de Lisboa? Ao sexto homem mais elegante do mundo, certamente. O Freeport permite-lhe manter a mesma elegância, mas a preços mais baixos. Não sei se o primeiro-ministro cometeu alguma infracção ética ou até algum delito no caso Freeport, mas não deve ser menosprezada a ambição, inerente à condição humana, de ultrapassar o Karl Lagerfeld em garbo.
O terceiro ponto menosprezado pela comunicação social tem a ver com o facto que precipitou a investigação. Ao que parece, o juiz desconfiou do modo como o projecto foi licenciado. De acordo com a descrição do magistrado, tudo se passou de forma impecável, célere e competente. Estava à vista de todos que alguma coisa estava mal. Em Portugal, este costuma ser um bom método para descobrir ilegalidades. Se um projecto é aprovado dentro do prazo, alguém anda a receber dinheiro por fora. Normalmente, quando alguma coisa corre bem, é sinal de que há moscambilha.»
Ricardo Araújo Pereira, Boca do Inferno, Revista Visão
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alvim, o todo-poderoso
Janeiro 23, 2009 · 1 Comentário
Não esconde de ninguém que pretende dominar o mundo. E, como ele próprio ressalva, já faltou mais. Depois da carreira como DJ (sobretudo nas noites de loucura dos universitários), radialista, escritor de crónicas, escritor de livros (50 anos de Carreira, Esfera dos Livros), estrela de campanhas publicitárias, editor de revistas, Fernando Alvim prepara-se para tomar de assalto o mundo audiovisual.

Não, não se candidatou ao quinto canal. Mas já inaugura no próximo mês a Speaky.TV . Segundo a Meios& Publicidade: o canal ambiciona cobrir todos os eventos que centrem a sua acção na palavra: tertúlias, palestras, aulas, seminários e workshops. Para além disso, estarão também disponíveis “aulas de tudo e mais alguma coisa”, onde os visitantes poderão aprender a tocar piano, cozinhar ou falar inglês. “É um canal de aprendizagem que se dedica a pessoas que não têm tempo para se deslocar ao local onde os eventos acontecem”, conta o responsável pelo projecto.Sem revelar investimentos, Alvim adianta que projecto viverá de publicidade e apoios e espera um retorno financeiro positivo ao final de um ano. Durante o primeiro semestre, o objectivo é atingir os 100 mil visitantes e apresentar a Speaky TV ao maior número de pessoas possível. O desenho do site está a ser desenvolvido pela empresa Raio X e a equipa que produzirá conteúdos será a mesma que trabalha no outro projecto editorial desenvolvido por Fernando Alvim, a revista 365.
É estar atentos, porque ele anda aí (sabe-se lá de onde é que pode sair um novo magnata da Comunicação. Ninguém me tira da cabeça que isto foi muito Citizen Kane na infância.)
Categorias: humor
afinal não é tão difícil ser capa de revista…
Novembro 21, 2008 · 4 Comentários
quem disse que era preciso protagonizar novelas da tvi, estar envolvido em rocambulescos triângulos amorosos ou namorar dirigentes desportivos para fazer capas de revistas? 
Mais opções aqui.
Categorias: humor





