
Zoe: You can’t make everyone happy.
Poppy: There’s no harm in trying that Zoe, is there? You keep on rowin’, and I’ll keep on smilin’.

Zoe: You can’t make everyone happy.
Poppy: There’s no harm in trying that Zoe, is there? You keep on rowin’, and I’ll keep on smilin’.
Frente e Verso é o nome da nova colecção da revista Visão, que vai oferecer durante oito semanas obras de um autor, mas de um lado em prosa e, do outro, em verso. O lançamento da iniciativa começa hoje, sendo Manuel Alegre o primeiro autor da campanha. Este livro de lançamento será oferecido tendo os restantes um custo adicional de 0,50€.
Em nota enviada às redacções, a revista informa que “esta colecção pretende ser uma forma de diálogo entre dois géneros literários e junta oito escritores: Manuel Alegre, Nuno Júdice, Mia Couto, Maria Teresa Horta, Mário Cláudio, Ondjaki, João de Melo e Fernando Pinto do Amaral.”
Categorias: livros

O portal cultural Rascunho assinala este mês o quarto aniversário. Constituído por jornalistas e estudantes de comunicação, procura uma abordagem transversal às várias áreas da cultura: literatura, música, cinema, teatro, dança e arte.
Muito ligado à Web 2.0, o Rascunho está presente em diversas redes sociais (Twitter, MySpace, Facebook) e tem uma rede de blogues associados, quase todos alimentados pelos jornalistas do portal.
Posiciona-se como um sítio de informação independente, sendo o maior em Portugal neste segmento. Tem espaço para notícias, críticas, agenda, crónicas, entrevistas e passatempos, entre outros, privilegiando os actores nacionais em cada área.
No mês do aniversário, prepara-se para fazer duas edições especiais: uma relativa ao Correntes D’Escritas, que arranca amanhã na Póvoa de Varzim; outra dedicada ao Fantasporto. Esta última será desenvolvida em parceria com o Jornal Universitário do Porto.
No passado mês de Janeiro, o Rascunho viu a sua equipa crescer exponencialmente. Segundo Hugo Torres, um dos fundadores e director executivo do portal, o objectivo para 2009 é claro: chegar aos 1000 sites mais lidos em Portugal.
O Rascunho renovou a equipa no início do ano, recrutando novos colaboradores e críticos. Janeiro foi um mês de substancial crescimento para o portal, registando, em relação ao mês anterior uma variação positiva de 31,44% nos novos visitantes, de 79,52% no tráfego directo e de 136,41% no tráfego de referência.
Janeiro foi ainda o regresso dos passatempos ao Rascunho. Também aí o saldo tem sido positivo, com uma excelente participação do público – em alguns casos, o número de participantes atinge a casa dos milhares.
Categorias: jornalismo
As inscrições para o Prémio Europeu destinado a jovens jornalistas, promovido pela Comissão Europeia em cooperação com a European Youth Press association e a Café Babel – revista online dedicada aos assuntos da actualidade europeia, estão abertas até 31 de Maio e, este ano, os trabalhos de rádio serão também admitidos, além dos artigos publicados na imprensa e na internet.Os participantes deverão ter entre 17 e 35 anos de idade e serem cidadãos de um dos Estados-Membros da União Europeia (UE).
O tema base que deverá guiar todas as candidaturas é o alargamento da UE e a visão futura da Europa. Os candidatos poderão participar em www.EUjournalist-award.eu, onde poderão aceder às regras da competição e submeter as candidaturas. Os vencedores do Prémio Europeu para Jovens Jornalistas 2009, serão convidados em finais de Agosto de 2009 para uma viagem histórica e cultural à cidade de Berlim.
Categorias: jornalismo
Cento e vinte escritores de 15 países reúnem-se a partir de 11 de Fevereiro na Póvoa de Varzim para falar de literatura, na 10ª edição das Correntes d`Escritas, o maior encontro de autores de expressão ibérica em Portugal.
Do total de escritores portugueses, espanhóis, africanos e latino-americanos convidados – o dobro dos participantes nas edições passadas – 34 estão pela primeira vez presentes no encontro em que, ao longo de quatro dias, os temas em debate são todos retomados de anos anteriores, numa espécie de “edição comemorativa” dos 10 anos de vida, e está previsto o lançamento de 35 livros (fonte.: Lusa).
Nós vamos andar por lá mais uma vez, mas este ano com uma novidade: a twittar tudo o que virmos. Eu só poderei ir no fim-de-semana, mas eles vão trabalhar a semana toda.
Categorias: livros
Não é novidade, mas muitas vezes conseguem-se trabalhos realmente diferentes. Estou a falar de edições dirigidas por pessoas não da área da imprensa, mas conhecidas do público em geral por outros motivos.
Estão aí duas na calha, em escalas bastante diferentes, como se pode ler hoje no Meios e Publicidade:
Ana Galvão e Nuno Markl vão ser os directores da edição do Dia dos Namorados do Metro. “Convidámos um casal de namorados conhecido do grande público para mostrar um Dia dos Namorados como o leitor nunca viu”, afirma Luís Pimenta, director do Metro. “Queremos mostrar a imagem menos estereotipada possível”, frisa o responsável editorial do gratuito. A dupla convidada “vai ter uma direcção muito executiva” afiança Luís Pimenta, adiantando que irão assinar uma coluna de opinião, ficando a banda desenhada habitual do gratuito a seu cargo. Ana Galvão vai assinar uma “reportagem com locais inesperados” para este dia, realizando ainda os directores por dia um dia do Metro entrevistas a pessoas conhecidas do público.
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Steven Spielberg vai ser o director da edição do vigésimo aniversário da revista inglesa de cinema Empire. De acordo com a Bauer Media, editora do título, o editor Mark Dinning outros colaboradores vão viajar para Los Angeles no final do mês para preparar a edição de Junho, cuja saída em banca está prevista para 23 de Abril.”Trabalhar com o realizador de Tubarão, de Encontros Imediatos do Terceiro Grau, de A Lista de Schindler, de a série Indiana Jones, ET, de O Resgate do Soldado Ryan e de Munique, apenas para nomear alguns filmes é de sonho. A edição do vigésimo aniversário da Empire promete ser a melhor de sempre”, afirma Stuart Williams, director-geral da Empire, citado pela edição online to The Guardian.
Categorias: jornalismo

Chan Marshall, mais conhecida por Cat Power, depois de seduzir Laggerfeld e Kar-Wai, é a estrela da campanha da Levi’s para a Primavera/ Verão 09.
A cantora foi fotografada por Katja Rahwles para a nova colecção da submarca Levi’s Red Tab Girls e a campanha chega este mês às lojas de todo o mundo da marca americana. A colecção tem uma inspiração assumidamente seventies, tanto nos cortes das calças como nas lavagens. No site da Levi’s para a Europa está ainda disponível um vídeo com a cantora e outros modelos, sob a forma de vídeo-diário.
Na campanha, Cat Power usa um colete de ganga com rebites e estrelas, peça que a Levi’s vai pôr à venda em edição limitada de 2500 exemplares. Cat Power já foi imagem da joalharia da Chanel em 2006 e musicou um desfile da casa de moda francesa em 2007.
Ser indie está na moda e a Cat Power tem aquela coisa que conjuga a beleza, com coolness e uma certa fragilidade, que a torna irresistível. Vi-a em Maio passado in person e confirmo absolutamente.
Eu tenho uma inveja desmesurada da clarividência do Ricardo Araújo Pereira. Depois da fabulosa crónica sobre a crise, segue-se mais uma reflexão brilhante sobre o Caso Freeport, que tomo a liberdade de reproduzir aqui:
«Que dizer do caso Freeport que ainda não tenha sido referido por outros? Eis um problema que não afecta este vosso amigo. Vasco Pulido Valente, Pacheco Pereira e eu temos a mesma sorte: acontece com muita frequência os cronistas que nos precedem falharem o essencial. Entretêm-se com o supérfluo, esmiúçam os aspectos menos importantes dos assuntos e deixam, livre de toda a palha, o núcleo essencial dos problemas à mercê de ser colhido por nós. Foi o que sucedeu com o caso Freeport. Analistas atrás de analistas têm vindo a ignorar o facto central de todo este processo: Sócrates diz Freepor. Este é o primeiro ponto essencial que ninguém referiu. Toda a gente diz Freeport, menos José Sócrates, que diz Freepor. Parece claro, por isso, que Sócrates recusa revelar tudo neste caso, nomeadamente o t final de Freeport, que nunca articula. Parece impossível que um político que tanto se tem batido pelo ensino do inglês não seja capaz de pronunciar correctamente uma palavra inglesa. Portugal assiste, portanto, a dois casos em vez de um: o caso Freeport e o caso Freepor. Este último – que, recordemos, foi denunciado por mim –, acaba por ser mais rico e intrigante do que o primeiro, porquanto junta às suspeitas de corrupção o mistério do desaparecimento de uma consoante. Além disso, entronca num caso antigo, na medida em que recupera as dúvidas que existiam quanto às competências do primeiro-ministro no âmbito do inglês técnico.
O segundo ponto essencial que a imprensa tem esquecido é o motivo. Sócrates tinha ou não uma razão forte e privada para favorecer a construção do Freeport? Não é preciso pensar muito para concluir que sim. A quem interessa um outlet com lojas de roupa de marca mais barata perto de Lisboa? Ao sexto homem mais elegante do mundo, certamente. O Freeport permite-lhe manter a mesma elegância, mas a preços mais baixos. Não sei se o primeiro-ministro cometeu alguma infracção ética ou até algum delito no caso Freeport, mas não deve ser menosprezada a ambição, inerente à condição humana, de ultrapassar o Karl Lagerfeld em garbo.
O terceiro ponto menosprezado pela comunicação social tem a ver com o facto que precipitou a investigação. Ao que parece, o juiz desconfiou do modo como o projecto foi licenciado. De acordo com a descrição do magistrado, tudo se passou de forma impecável, célere e competente. Estava à vista de todos que alguma coisa estava mal. Em Portugal, este costuma ser um bom método para descobrir ilegalidades. Se um projecto é aprovado dentro do prazo, alguém anda a receber dinheiro por fora. Normalmente, quando alguma coisa corre bem, é sinal de que há moscambilha.»
Ricardo Araújo Pereira, Boca do Inferno, Revista Visão
Categorias: humor
O JN, o Record e a TV Mais já estão a fazê-lo há algumas semanas. E devem estar a obter resultados positivos, porque agora foi a vez do Público se render. A partir de sábado, dia 14, na compra do jornal e por mais 1,95€ pode levar um dvd para casa. São oito títulos, entre os quais Brockback Mountain ou Monsters Ball.
