quem disse que era preciso protagonizar novelas da tvi, estar envolvido em rocambulescos triângulos amorosos ou namorar dirigentes desportivos para fazer capas de revistas? 
Mais opções aqui.
quem disse que era preciso protagonizar novelas da tvi, estar envolvido em rocambulescos triângulos amorosos ou namorar dirigentes desportivos para fazer capas de revistas? 
Mais opções aqui.
Categorias: humor
Ontem foi noite de teatro – a custo, já que foi necessário vencer a espera de uma hora e uma fila enorme de pessoas a aguardarem pelas desitências das reservas, para confirmar se ainda havia bilhetes para os mais tardios. Mas a espera deu frutos e lá fomos contemplados com os tão procurados bilhetes.
Assumo que o facto da temporada do Mercador de Veneza ter estado sempre esgotada me surpreendeu – a peça sai de cena no domingo e até lá já está esgotada para todos os dias.
Os motivos da minha surpresa são os seguintes: falamos de uma peça de 2h30, o espectáculo não é propriamente barato, que eu saiba os hábitos de ir ao teatro estavam em queda e há a crise, etc, etc.
Em tempos de crise o show business floresce (dizem que as pessoas precisam de se evadir da realidade). Ou é isso, ou é pelo belo do protagonista, que até é senhor para fazer séries e novelas e dar um ar da sua graça (que não é nada má, de facto) em alguns eventos do social. O Zé Luís, que é um especialista, argumenta antes que se trata de um clássico, uma peça de Shakespeare, a última encenada por Ricardo Pais no Teatro Nacional de S.João, enfim…
Eu pessoalmente gostei (como me vem acontecendo sempre que vou ao teatro, delicio-me com os figurinos, a maquiagem, o desenho de luz, mesmo quando o texto ou as interpretações são fraquinhas, o que não é o caso, neste concreto).
